segunda-feira, 6 de abril de 2015

Corinthians sofre 50% dos gols em bolas aéreas. Tite não vê culpados


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Invicto na temporada e time sensação do primeiro trimestre do futebol brasileiro, o Corinthians passa a se preocupar com um problema que é responsável por 50% dos gols que sofreu em 14 rodadas no Campeonato Paulista: as bolas aéreas.

Apesar de ter a melhor defesa da competição com oito gols sofridos (ao lado do Palmeiras), Tite faz jus à fama de exigente e repete, sempre que possível, que nunca vai parar de cobrar de seus atletas e repete à exaustão que o seu principal objetivo é manter o padrão tático.

O comandante prefere não individualizar as críticas apenas ao seu sistema defensivo.

"Quando a zaga toma gol de bola aérea teve a qualidade do cruzamento, da finalização, da armação da jogada, não vi deficiência (dos zagueiros) neste aspecto, mas respeito a observação. Não é algo que possa ser individualizado", analisou o comandante.

O gol de empate contra o Santos foi mais um criado em bola aérea, com um cruzamento vindo da esquerda. Foi praticamente o mesmo estilo de jogada do gol sofrido contra o Ituano no empate por 1 a 1.

Contra o Penapolense, na vitória por 5 a 3, o gol começou em uma bola lançada pela direita com a assistência de um atacante rival dentro da pequena área, de cabeça, para a finalização feita por outro adversário também usando a cabeça.

Diante do Capivariano, em uma falta batida pela esquerda, dois jogadores do time do interior estavam sozinhos para cabecear e quase se atrapalharam na hora de vencer Cássio.

Para a lista ficar ainda maior, o Corinthians ainda sofreu um gol contra o Botafogo após batida de lateral. A bola ainda chegou a quicar no chão antes de ser finalizada para passar por Cássio.

Diante do XV de Piracicaba, nesta quarta-feira (8), Tite deve escalar uma equipe, ao menos, mista. 

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