As reclamações de Paolo Guerrero a um jornal peruano em relação ao calendário brasileiro, seguidas pela afirmação de que ele ainda tem o desejo de voltar a atuar na Europa, não preocupam a diretoria corintiana. De acordo com o diretor-adjunto Duílio Monteiro Alves, o camisa 9 seguirá no Timão durante todo o segundo semestre. Em julho de 2012, o Timão gastou 3 milhões de euros (aproximadamente R$ 7,5 milhões) para tirá-lo do Hamburgo (ALE). O contrato vai até julho de 2015.
– Não teve procura (de outros clubes). Entendemos o que ele falou porque é uma coisa que nós todos, diretores e presidentes, reclamamos. É um problema do futebol brasileiro. Temos de nos mobilizar para mudar. Foi um desabafo, é realmente muito puxado e desgastante para todos – disse Duílio.
Na última semana, o preparador físico Fábio Mahseredjian deu razão às reclamações sobre o desgaste do atacante, que vive um jejum de oito jogos pelo Timão. O último gol foi marcado na vitória por 4 a 0 contra a Ponte Preta, nas quartas de finais do Paulistão, em 28 de abril. A seca, porém, não é apenas no clube. Ele também não marca pela seleção peruana desde 10 de junho de 2012, contra o Uruguai. Depois disso, nove jogos (sendo dois amistosos) se passaram e nada de bola na rede.
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